
Me custa acreditar...de maneira que, por vezes chego a pensar que tive culpa. E será que não tive mesmo? Mas acho que não. Eu tive foi medo de me acostumar a olhar para o lado e não ter onde me apoiar.
Mas que ironia do destino. O tanto que lutei, o tanto que sofri e, por não ser muitas vezes compreendido acabei me estigmatizando. Acho que isso contribuiu para que eu passasse a não encontrar outro fundamento que não fosse a "TEORIA DA CONSPIRAÇÃO".
Tenho me policiado bastante de uns tempos pra cá, mas aquilo que tanto me fizeram engolir num gole seco, que me fizeram sufocar, hoje, me perturba ignorando o temnpo e tornando-se a aparte involuntário de um pesadelo que fora adormecido. As mágoas ficam, mas meu esforço na ideia massante de que valerá a pena é que ainda define as bases desse firmamento, pois sei que ao desmoronar restará meu empenho para provar que, embora julgado e caleijado, eu nunca desisti. E estou certo de que nenhuma atitude ou sequer a mais freudiana interpretação humana será capaz de fazer alguém entender essa dor que insiste em gritar em mim de forma silenciosa. Prepotencia minha? Egoismo?...incerto diagnóstico. Mas há uma certeza nisso tudo, com nome, idade e endereço...e ela me faz tão bem!
Por isso procuro esquecer as tristezas do incerto e viver a felicidade que a certeza tanto tem me proporcionado.
Mas que ironia do destino. O tanto que lutei, o tanto que sofri e, por não ser muitas vezes compreendido acabei me estigmatizando. Acho que isso contribuiu para que eu passasse a não encontrar outro fundamento que não fosse a "TEORIA DA CONSPIRAÇÃO".
Tenho me policiado bastante de uns tempos pra cá, mas aquilo que tanto me fizeram engolir num gole seco, que me fizeram sufocar, hoje, me perturba ignorando o temnpo e tornando-se a aparte involuntário de um pesadelo que fora adormecido. As mágoas ficam, mas meu esforço na ideia massante de que valerá a pena é que ainda define as bases desse firmamento, pois sei que ao desmoronar restará meu empenho para provar que, embora julgado e caleijado, eu nunca desisti. E estou certo de que nenhuma atitude ou sequer a mais freudiana interpretação humana será capaz de fazer alguém entender essa dor que insiste em gritar em mim de forma silenciosa. Prepotencia minha? Egoismo?...incerto diagnóstico. Mas há uma certeza nisso tudo, com nome, idade e endereço...e ela me faz tão bem!
Por isso procuro esquecer as tristezas do incerto e viver a felicidade que a certeza tanto tem me proporcionado.
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