
Na minha rua tem uma nêga.
Êta nêga.
Nêga da Carol.
Nêga marrenta.
Me passa, me maltrata e arranca meu coração
Meu samba.
Aprendi um samba nas suas coxas.
E dalí já nem quis mais sair.
Nem quis mais viver.
Mas a nêga?
Nem pintado quer me ver.
Canta nega, dança, samba e faz o morro cantar com você!
Maldita nêga!
Chupou me sangue feito vampira, e dpois pediu pra eu esquecer.
Mas não sou trouxa
Porque é "nessas coxa"
Que eu quero viver...e morrer
Mas enquanto isso...
Samba nega.
Nenhum comentário:
Postar um comentário