terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Colhendo Raios de Esperança



De que adianta ter esse amor se dele nada posso dispor? Desusa minha manhã. Esconde os sentidos de qualquer estação!
Sua traição não me doeu mais que a cilada em que meu coração me fez ao pensar que ja havia esquecido você. Ate que você pega minha mão. Me dá um bom dia e eu ouço você me dizer que ainda me ama.

Vou definhando as tardes que apareciam cheias de esperança, percorrendo um curso de rio que nem sei se nele poderei navegar.

Entre o fim de tarde e o anoitecer, recebo a chuva como num ultimo suspiro e espero vc passar por mim, so pra eu ter um motivo de achar que ja não mais penso em você.
Eis então, que você olha pra mim e eu entendo que você quer me ver.


E vejo você sumir no fim da rua; eu fico com o medo de não saber viver sem você.

Provavelmente estarei esperando você aparecer amanhã nesse mesmo lugar. Depois de ter passado o dia tentando me convencer de que sei o que é certo pra nós dois.
E se eu não souber, vou usar disso como desculpa pra falar com você e regar a minha sede de te ouvir dizer que vai voltar pra mim.

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