É quando a dor afoga minha voz num pranto que não se revela.
Meu coração cansado das feridas (velhas e novas) trazidas nessa estrada escura, faz de meus sonhos pequenos pontos de luz inalcançáveis.
Temo por não ter ousado (cedo ou tarde) e peco por não ter dado a minha dor a voz e a mediada que precisava para ser curada.
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