
Eu sempre quis conseguir construir um enorme castelo de areia, daqueles mesmo de filmes, quase que irreais...e talzvez tenha sido graças à essa irrealidade que eu jamais tenha conseguido.
É trsiste ver ostentada tanta beleza e magnitude e, em questão de segundos, ver desmoronar com um vento tão frágil, tão suave...quase inofensivo tdodo um esforço...jogado fora.
Assim imaginei...algo intacto, inalcançável, inatingível, protegido por uma divindade poderosa e desconhecida!
O pior de tudo é ter que aceitar.
Essa, pra mim é a pior sensação, de não poder segurar dos lados, pois a areia e que é feito, da mesma forma que parece macia, também é frágil e esquiva!
Então eu busco abrigo naquele mar sereno, mas que por ser imenso não consiga me preceber ali, parado estático, emudecido e quse que transeunte! Sequer sou socorrido, sequer sou encorajado a seguir, seuqer sou ouvido.
Ah....o meu castelo de areia, tão belo, tão certo, tão vago...Desastre meu?
Acho que não....nã sei ao certo.
Um beija-flor...
Mas o que fazes, de forma tão isistente nesse relutante bater de asas?
-Posso te dar um conselho?
(me pareceu como que uma luz no fim do túneo)
-Nem poderia recusar.
(o desespero fazia rugas de insegurança em minha testa)
-Tente um castelo com bases firmes, tente na terra molhada, não gasta, mas molhada, usada apenas pelo mar. Não é preciso que mude a areia, mas dê a ela o que precisa e sera muito bem recompensado.
Posso ter a escolha de procurar essa areia ou ainda, posso esquecê-la e deixá-la na companhia desse mar...
...olha o mar!
2 comentários:
Ai, não sei porque, não reparei o link do seu nome, comentei lá no scrapbook! :P
VAleu pelo comentário.
:)
Ah, você escreve bem! Gostei desse texto!
:)
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